quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A política está tão repulsiva que vou falar de sexo - Arnaldo Jabor

Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os homens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo. Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha. As mulheres não são mais para amar; nem para casar. São apenas para “ver”.
Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones?

Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o qual os homens não estão preparados. As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchos diante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das “mulheres-liquidificador”.

O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser (meu Deus!) é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a “Valentina”, a “Barbarela”, a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão.

Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há. Os “malhados”,os “turbinados” geralmente são bofes-gay, filhos do mesmo narcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores como o Zafir para o Robô-Xuxa

A atual “revolução da vulgaridade” regada a pagode, parece “libertar” as mulheres. Ilusão à toa. A “libertação da mulher” numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: super-objetos. Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro. São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades. Mas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são “areia demais para qualquer caminhãozinho”.

Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens. Eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos, decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme “jamesbondiano” dos anos 60. Não há mais o grande “conquistador”. Temos apenas os “fazendeiros de bundas” como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis.

Ah, que saudades dos tempos das “bundinhas e peitinhos” “normais” e “disponíveis”... Pois bem, com certeza a televisão tem criado “sonhos de consumo” descritos tão bem pela língua ferrenha do Jabor (eu). Mas ainda existem mulheres de verdade. Mulheres que sabem se valorizar e valorizar o que tem “dentro de casa”, o seu trabalho. E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir um gosto pela música, pela cultura, pela família, sem medo! De parecer um “chato” ou um “cara metido a intelectual”.

Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas. Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails) românticos. Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos Bee Gees ou um CD do Kenny G (parece meio breguinha)...mas é tão bom!!! Namorar escutando estas musiquinhas tranqüilas.

Penso que hoje, num encontro de um “turbinado” com uma “saradona” o papo deve ser do tipo: - “Meu”...”o professor falou que eu posso disputar o Iron Man que eu vou ganhar fácil.” “- Ah, meu...o meu personal trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nunca vou precisar de plástica.” E a música??? Só se for o último sucesso(???) dos Travessos ou Chama-chuva...e o “vai Serginho”???

Mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixem que criem estereótipos! Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza! Curta seu corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de americana que não possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza. E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês “malharem” e ficarem iguais à Feiticeira, fiquem... Igual a Feiticeira dos seriados de TV.E depois, façam-os sumirem da sua vida!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A Great Deal

Neste momento em que os planetas se alinham harmonicamente, em que a vibração da Terra e do universo conhecido está alinhada a uma propósito, quero ser mais uma força, mais uma ferramenta para Deus e de Deus pois só ele conhece o amor em sua forma mais pura e brilhante.

Sei que tudo posso ao seu lado justamente porque aqui poucos conseguem alcançar. E que tendo meu corpo, meu espírito alinhado nesta vibração, eu possa emanar amor em cada ato, em cada palavra, em cada pensamento.

Permita-me pois colher este amor, aceitando-o em meu peito, em meu corpo e em meu espírito. Que eu saiba aprontar-me a receber este dom, este presente que é poder compartilhar nossa finitude, nossa humanidade.Que toque os corações humanos e encha-os de paz, amor e respeito.

A esta filha... dê-lhe o que lhe é de direito, nem mais, nem menos. E que ela saiba aceitar a lutar por isso, como brava guerreira, como quem ela é. E que toda força do universo conspire para a paz e o amor. E que todo o universo conspire para a sinceridade, plenitude e respeito.

Que humanos que somos, saibamos compartilhar, acreditar e amar. E que colhamos os frutos que plantamos.

The moment is now!


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sensações

Algumas vezes é preciso fechar os olhos, respirar fundo e deixar que a resposta venha do coração e na maioria das vezes é a resposta mais simples, menor... e mais deliciosa.
Deus, ou qualquer outro sinônimo, fala diretamente com nosso coração, é a única parte do nosso corpo que consegue atingir sua vibração, que consegue se elevar na altura suficiente para ouvir seus ensinamentos... e esses ensinamentos, são tão simples. São como o sorriso de uma criança, um abraço de carinho, ou aquela sensação gostosa de acordar naturalmente, depois de uma boa noite de sono.

E fechar os olhos as vezes é preciso para que paremos de olhar para fora, para que paremos de captar mais informações, e simplesmente, deixemos nosso corpo fluir com o dia, com a energia, com a força. Essa força que está sempre dentro de nós... para quem quiser ver, sentir, experimentar.... viver.

E de olhos fechados, sentindo o vento frio encontrar o calor que emana do corpo, sentindo a respiração pulsando no compasso da vida, ou o coração palpitando enquanto guia nossos pensamentos é que encontramos nossa verdade. Essa que é mais simples ainda. E de tão simples, dificil de aceitar.

E aí, algumas imagens nos vem a mente, alguns sorrisos aparecem, alguns olhares, podemos sentir alguns toques... parece que a vida toda está contida dentro de nós. E está. E basta.

Então, respirando ainda mais fundo, sem pressa nem alarde, sem ansiedade, sem desespero... sentimos nosso coração, e dele emanar tudo o mais que precisamos para a vida, para a felicidade. E essa sensação, permanece de alguma forma. Ela pode tomar conta do nosso ser, pode inclusive transformar-se em quem somos... e esse calor, essa energia, esse pulso vital é capaz de curar. Aliás, arrisco dizer que somente essa sensação é que pode curar plenamente um indivíduo. De suas mágoas, de seus rancores, de suas frustrações e dores.

Aí, algumas lágrimas podem até ousar pular dos olhos... e assustados podemos pensar que dói. Mas talvez, pulem de alegria, de alívio. Ou podem pular pela dor também, a dor de não ter sido ouvida antes, a dor de não ter sido sentida ainda. Mas essa dor traz consigo o alívio, e parece que aquela lágrima leva tudo embora, simplesmente carrega a angústia. Mas não carrega o sorriso, não carrega a sensação, não carrega o olhar.

E as vezes, diante do espelho não conseguimos nos ver, não conseguimos nos encontrar, talvez porque não estejamos ali, talvez porque tudo vá um pouco além. E o sorriso, a lágrima, o olhar, o toque, o abraço... essas pequenas coisas que mudam os dias, que mudam vidas... elas não somem... simplesmente nos alimentam, nos dão forças... e como o alimento que sustenta nosso corpo e de alguma forma se transmuta, permanece... são esses momentos, que alimentam nossa alma e permanecem.