Algumas vezes é preciso fechar os olhos, respirar fundo e deixar que a resposta venha do coração e na maioria das vezes é a resposta mais simples, menor... e mais deliciosa.
Deus, ou qualquer outro sinônimo, fala diretamente com nosso coração, é a única parte do nosso corpo que consegue atingir sua vibração, que consegue se elevar na altura suficiente para ouvir seus ensinamentos... e esses ensinamentos, são tão simples. São como o sorriso de uma criança, um abraço de carinho, ou aquela sensação gostosa de acordar naturalmente, depois de uma boa noite de sono.
E fechar os olhos as vezes é preciso para que paremos de olhar para fora, para que paremos de captar mais informações, e simplesmente, deixemos nosso corpo fluir com o dia, com a energia, com a força. Essa força que está sempre dentro de nós... para quem quiser ver, sentir, experimentar.... viver.
E de olhos fechados, sentindo o vento frio encontrar o calor que emana do corpo, sentindo a respiração pulsando no compasso da vida, ou o coração palpitando enquanto guia nossos pensamentos é que encontramos nossa verdade. Essa que é mais simples ainda. E de tão simples, dificil de aceitar.
E aí, algumas imagens nos vem a mente, alguns sorrisos aparecem, alguns olhares, podemos sentir alguns toques... parece que a vida toda está contida dentro de nós. E está. E basta.
Então, respirando ainda mais fundo, sem pressa nem alarde, sem ansiedade, sem desespero... sentimos nosso coração, e dele emanar tudo o mais que precisamos para a vida, para a felicidade. E essa sensação, permanece de alguma forma. Ela pode tomar conta do nosso ser, pode inclusive transformar-se em quem somos... e esse calor, essa energia, esse pulso vital é capaz de curar. Aliás, arrisco dizer que somente essa sensação é que pode curar plenamente um indivíduo. De suas mágoas, de seus rancores, de suas frustrações e dores.
Aí, algumas lágrimas podem até ousar pular dos olhos... e assustados podemos pensar que dói. Mas talvez, pulem de alegria, de alívio. Ou podem pular pela dor também, a dor de não ter sido ouvida antes, a dor de não ter sido sentida ainda. Mas essa dor traz consigo o alívio, e parece que aquela lágrima leva tudo embora, simplesmente carrega a angústia. Mas não carrega o sorriso, não carrega a sensação, não carrega o olhar.
E as vezes, diante do espelho não conseguimos nos ver, não conseguimos nos encontrar, talvez porque não estejamos ali, talvez porque tudo vá um pouco além. E o sorriso, a lágrima, o olhar, o toque, o abraço... essas pequenas coisas que mudam os dias, que mudam vidas... elas não somem... simplesmente nos alimentam, nos dão forças... e como o alimento que sustenta nosso corpo e de alguma forma se transmuta, permanece... são esses momentos, que alimentam nossa alma e permanecem.
Deus, ou qualquer outro sinônimo, fala diretamente com nosso coração, é a única parte do nosso corpo que consegue atingir sua vibração, que consegue se elevar na altura suficiente para ouvir seus ensinamentos... e esses ensinamentos, são tão simples. São como o sorriso de uma criança, um abraço de carinho, ou aquela sensação gostosa de acordar naturalmente, depois de uma boa noite de sono.
E fechar os olhos as vezes é preciso para que paremos de olhar para fora, para que paremos de captar mais informações, e simplesmente, deixemos nosso corpo fluir com o dia, com a energia, com a força. Essa força que está sempre dentro de nós... para quem quiser ver, sentir, experimentar.... viver.
E de olhos fechados, sentindo o vento frio encontrar o calor que emana do corpo, sentindo a respiração pulsando no compasso da vida, ou o coração palpitando enquanto guia nossos pensamentos é que encontramos nossa verdade. Essa que é mais simples ainda. E de tão simples, dificil de aceitar.
E aí, algumas imagens nos vem a mente, alguns sorrisos aparecem, alguns olhares, podemos sentir alguns toques... parece que a vida toda está contida dentro de nós. E está. E basta.
Então, respirando ainda mais fundo, sem pressa nem alarde, sem ansiedade, sem desespero... sentimos nosso coração, e dele emanar tudo o mais que precisamos para a vida, para a felicidade. E essa sensação, permanece de alguma forma. Ela pode tomar conta do nosso ser, pode inclusive transformar-se em quem somos... e esse calor, essa energia, esse pulso vital é capaz de curar. Aliás, arrisco dizer que somente essa sensação é que pode curar plenamente um indivíduo. De suas mágoas, de seus rancores, de suas frustrações e dores.
Aí, algumas lágrimas podem até ousar pular dos olhos... e assustados podemos pensar que dói. Mas talvez, pulem de alegria, de alívio. Ou podem pular pela dor também, a dor de não ter sido ouvida antes, a dor de não ter sido sentida ainda. Mas essa dor traz consigo o alívio, e parece que aquela lágrima leva tudo embora, simplesmente carrega a angústia. Mas não carrega o sorriso, não carrega a sensação, não carrega o olhar.
E as vezes, diante do espelho não conseguimos nos ver, não conseguimos nos encontrar, talvez porque não estejamos ali, talvez porque tudo vá um pouco além. E o sorriso, a lágrima, o olhar, o toque, o abraço... essas pequenas coisas que mudam os dias, que mudam vidas... elas não somem... simplesmente nos alimentam, nos dão forças... e como o alimento que sustenta nosso corpo e de alguma forma se transmuta, permanece... são esses momentos, que alimentam nossa alma e permanecem.