Calma... e meu peito torna-se capaz de tomar-se de calma.
E consigo embeber-me desse sentimento,
De sua pureza, de seu calor,
É fato... amo-te.
Amo-te o amor que sou capaz de amar,
Em silêncio, na calma de quem precisa esperar acontecer.
Amo-te como algo certo, firme, porém repelto de doçura,
Da paz que só o amor é capaz.
E no seu retorno, espero a completude dessa paz,
Essa que se multiplica na união... e toma a vida, o corpo e a alma.
Na cumpliciadade da vida, do amor e da amizade que repousa em minha memória.
Porque
Há você em mim...
Há ainda seu calor em mim,
E minhas mãos sentem seu calor.
E o meu riso, meus olhos... seu amor.
É como se o sabor pudesse tocar meus lábios,
Minha boca.
E sua pele, seu cheiro... nasce de mim.
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